ki aikido abiraxis
Ki Aikido Chega às Empresas
Descubra como a arte marcial japonesa pode aperfeiçoar as relações profissionais
Se até mesmo atividades rotineiras, como dirigir, são capazes de
enfurecer o mais calmo dos seres humanos, imagine tentar manter a calma e
o controle das emoções em um ambiente altamente competitivo como é o
dos negócios? Por isso, muitos executivos têm buscado alternativas para
amenizar o estresse e as adversidades do dia a dia. Para esse fim e
vários outros, o Aikido é a arte mais adequada. Ela está diretamente
ligada à superação dos conflitos internos do indivíduo e, apesar da
ausência de competição, prepara o praticante para lidar com as
adversidades do mundo.
A prática do Aikido naturalmente se estende para o dia a dia e reflete na vida pessoal e profissional. Um dos princípios da técnica é que, apenas a partir da superação das próprias dificuldades, limitações e medos interiores, estaremos qualificados para competir com pessoas e situações.
“Dentro de um contexto de gestão de pessoas ou de negócios, as técnicas aprendidas são utilizadas nas diversas situações sempre em busca da reconciliação e direção positiva para o sucesso planejado”, afirma a estudante de Educação Física da Unitri, Aline Rocha Silva, que pratica Aikido há oito anos.
Em Uberlândia, algumas empresas estimulam e até subsidiam seus funcionários a praticarem o Aikido. Novos horizontes foram abertos na empresa a partir de uma busca pessoal do diretor executivo, Sérgio Pain, que fez com que sócios e funcionários também buscassem um ponto de equilibro, através da arte.
“O Aikido é uma arte não agressiva, envolve harmonia e não o conflito. Quando entendi o que era e o impacto que poderia gerar na minha vida pessoal e profissional, fiz questão de envolver nessa busca meus sócios e funcionários. Atualmente 15 funcionários da empresa são praticantes”, conta Sérgio.
A prática do Aikido naturalmente se estende para o dia a dia e reflete na vida pessoal e profissional. Um dos princípios da técnica é que, apenas a partir da superação das próprias dificuldades, limitações e medos interiores, estaremos qualificados para competir com pessoas e situações.
“Dentro de um contexto de gestão de pessoas ou de negócios, as técnicas aprendidas são utilizadas nas diversas situações sempre em busca da reconciliação e direção positiva para o sucesso planejado”, afirma a estudante de Educação Física da Unitri, Aline Rocha Silva, que pratica Aikido há oito anos.
Em Uberlândia, algumas empresas estimulam e até subsidiam seus funcionários a praticarem o Aikido. Novos horizontes foram abertos na empresa a partir de uma busca pessoal do diretor executivo, Sérgio Pain, que fez com que sócios e funcionários também buscassem um ponto de equilibro, através da arte.
“O Aikido é uma arte não agressiva, envolve harmonia e não o conflito. Quando entendi o que era e o impacto que poderia gerar na minha vida pessoal e profissional, fiz questão de envolver nessa busca meus sócios e funcionários. Atualmente 15 funcionários da empresa são praticantes”, conta Sérgio.
O dia a dia na empresa
Problemas que nos parecem sem solução podem ser revertidos ao
nosso próprio favor. É o que acredita o analista Davi Fanan. “O Aikido
faz alusão à rotina profissional. Sempre que somos ‘atacados’ por um
problema, a tendência é revidarmos com a mesma agressividade. A técnica
ensina a buscarmos harmonia no conflito e acharmos uma solução vantajosa
para ambas as partes”, diz.
“Em situações de tensão, consigo ver um horizonte e manter serenidade. É excelente para as negociações, porque consigo manter o autocontrole e convergir para uma solução. Em um momento crítico é normal se levar pelas emoções e perder o controle. Aprendi a trazer as coisas para o meu domínio e tomar as rédeas da situação”, afirma o analista de sistemas da Invit, Igor Rosa Macedo, praticante do Aikido há oito anos.
“Em situações de tensão, consigo ver um horizonte e manter serenidade. É excelente para as negociações, porque consigo manter o autocontrole e convergir para uma solução. Em um momento crítico é normal se levar pelas emoções e perder o controle. Aprendi a trazer as coisas para o meu domínio e tomar as rédeas da situação”, afirma o analista de sistemas da Invit, Igor Rosa Macedo, praticante do Aikido há oito anos.
